Reativação Produtor Rural - Pessoa Jurídica

a) Solicitação, via internet;

b) Última alteração contratual registrada na Junta Comercial ou certidão do cartório competente, no caso de sociedade simples e, quando se tratar de sociedade por ações (S/A), estatuto social, bem como, eventuais alterações ocorridas e a ata da última assembleia, com a designação da diretoria;

c) Certidão Simplificada emitida pela Junta Comercial ou pelo cartório competente, quando as alterações contratuais tiverem ocorrido há mais de 06 (seis) meses;

d) Comprovante de inscrição no CNPJ atualizado;

e) Documentos atualizados específicos que comprovem eventuais dados alterados:

e.1) Nome empresarial, nome fantasia, capital social, natureza jurídica ou atividade da empresa: apresentar alteração contratual;

e.2) Endereço do estabelecimento ou dos componentes do quadro societário: apresentar alteração contratual e documento emitido por prestador de serviço de natureza pública (conta de água, energia, telefone fixo, telefone móvel, TV a cabo, internet) ou emitido por órgão público (carnê do IPTU, número oficial, alvará de licença expedido pela Prefeitura), que comprove a existência do endereço declarado;

e.3) Integrante do quadro societário: apresentar alteração contratual, documento oficial de identificação do(s) novo(s) integrante(s) e o comprovante da existência do endereço do sócio, declarado na alteração, dentre os acima enumerados.

f) Comprovante do cadastro do imóvel rural na Receita Federal (NIRF), podendo ser o Recibo da declaração do ITR ou a Certidão de Imóvel Rural (emitida pelo site da Receita Federal);

g) Informar endereço para correspondência em zona urbana;

h) Informar as coordenadas geográficas de um ponto geodésico, preferencialmente as coordenadas da sede ou da porteira da fazenda, podendo ser utilizado o CAR, o Memorial Descritivo, o Google Maps / Google Earth ou outra ferramenta para obtenção dessas coordenadas;

i) Documento que comprove o domínio útil do imóvel (verificar, abaixo, os documentos exigidos para cada condição de uso):

COMPROVANTES DO DOMÍNIO ÚTIL

Além dos documentos relacionados acima, com relação ao documento que comprova o domínio útil do imóvel deve ser observado o seguinte:

 

 1) Na condição de proprietário único do imóvel:

Escritura pública de compra e venda ou ato contratual mercantil de integralização do imóvel como capital social da empresa, devidamente arquivado na Junta Comercial, registrados no Cartório de Registro de Imóveis em qualquer dos casos;

Obs. 1: Na falta do registro da escritura ou do ato contratual mercantil no cartório de registro de imóveis, a inscrição deve ser concedida na condição de Posseiro;

Obs. 2: Em se tratando de escritura pública lavrada há mais de 06 (seis) meses ou transcorrido o mesmo período desde a inscrição/alteração na Junta Comercial, deve ser apresentada a certidão de matrícula do imóvel atualizada, que comprove que o imóvel ainda pertence ou integra o capital social da empresa.

 

2) Na condição de arrendamento, subarrendamento, parceria ou comodato:

a) Mapa ou imagem de satélite, que demonstre a área a ser explorada por cada uma das partes, quando se tratar de utilização parcial do imóvel;

b) Contrato registrado em cartório ou com firma reconhecida por VERDADEIRA ou assinado com certificado digital emitido em âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP–Brasil), definindo a forma de pagamento (se em espécie, em produto ou em percentual da produção), e indicando a área necessária para apascentar os animais, em caso de parceria pecuária, e contendo as seguintes especificações:

b.1) Havendo mais de um arrendatário, subarrendatário, parceiro ou comodatário, o contrato deve definir a forma de exploração da área (se em conjunto ou individualizada). Na ausência da definição no próprio contrato, deverá ser apresentado documento à parte (Termo de Exploração), também registrado em cartório ou com firma reconhecida por VERDADEIRA ou assinado com certificado digital emitido em âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP–Brasil) constando a forma de exploração:

b.1.1) No caso de exploração em conjunto, deve ser indicado o titular da inscrição perante a Secretaria da Economia; os demais, sendo pessoas físicas, serão adicionados à inscrição na condição de coparticipantes; (Modelo de Termo de Exploração Conjunta)

b.1.2) No caso de exploração individualizada, deve ser apresentado mapa ou imagem de satélite demonstrando de forma clara a área a ser explorada por cada participante. (Modelo de Termo de Exploração Individual)

Obs.: No caso de parceria agrícola ou pecuária, o proprietário do imóvel rural, sendo pessoa física, será incluído na inscrição na condição de coparticipante.

 

3) Na condição de condomínio e/ou condômino(s):

Quando o imóvel for objeto de condomínio ou composse, ou seja, se na escritura ou certidão do imóvel constar mais de um proprietário ou compossuidor, mas existente apenas uma matrícula, ainda que delimitada a área de cada um, está caracterizado o condomínio, devendo ser observado o seguinte:

a) No caso de exploração conjunta pelos condôminos, deverá ser apresentado documento assinado por todos os condôminos, registrado em cartório ou com firma reconhecida por VERDADEIRA ou com assinado certificado digital emitido em âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP–Brasil), que regulamenta o condomínio e define o titular responsável pela inscrição. Os demais condôminos serão coparticipantes na inscrição; (Modelo de Termo de Exploração Conjunta)

b) No caso de exploração individualizada da fração ideal do imóvel por cada condômino, deve ser apresentado o documento que autorizou a exploração individual, assinado por todos os condôminos e registrado em cartório ou com firma reconhecida por VERDADEIRA ou assinado com certificado digital emitido em âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP–Brasil); (Modelo de Termo de Exploração Individual)

c) Nos casos em que que um único condômino explore sozinho a área total do imóvel, deve ser apresentada Carta de Anuência ou outro documento registrado em cartório ou com firma reconhecida por VERDADEIRA ou assinada por todos os condôminos com certificado digital emitido em âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP–Brasil), autorizando a forma de exploração. (Modelo de Carta de Anuência)

Obs.: Nos casos de imóvel objeto de condomínio, é possível que haja, ao mesmo tempo, a exploração em conjunto e separadamente, desde que convencionado pelas partes em um mesmo documento ou em documentos separados.

 

4) Na condição de posseiro:

Apresentar um dos documentos abaixo para comprovar o domínio útil do imóvel:

a) Contrato de compromisso de compra e venda registrado em cartório ou com firma reconhecida por verdadeira ou assinado por todos os condôminos com certificado digital emitido em âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP–Brasil) ou averbado na matrícula do imóvel;

b) Ato contratual mercantil de integralização do imóvel como capital social da empresa, devidamente arquivado na Junta Comercial, mas ainda não registrado no Cartório de Registro de Imóveis;

c) Escritura pública de cessão de direitos hereditários constando que o cessionário se imitiu na posse;

d) Escritura pública de compra e venda (ainda não registrada no cartório de registro de imóveis).

Obs.: Nos casos de contrato de compromisso de compra e venda e de escritura pública de compra e venda, deve ser apresentada a certidão atualizada do imóvel objeto da venda, para conferência dos dados do vendedor e também, no caso de contrato, da sua legitimidade.

 

5) Na reativação de extrator mineral:

Além dos documentos previstos acima, no caso do extrator mineral, deve ser apresentado o alvará de autorização, de licenciamento ou de permissão, expedido pela Agência Nacional de Mineração - ANM, em nome da pessoa jurídica extratora.

Obs.1: Caso a reativação decorra de inclusão de atividade sujeita ao ICMS no registro mercantil, a inscrição será reativada de ofício, pela REDESIM, podendo ser reativada ou convertida em caráter precário, a depender do caso.

Obs.2: Por opção do interessado, em todos os casos em que se exige assinatura reconhecida, em substituição ao reconhecimento de firma, o próprio servidor da Secretaria de Estado da Economia encarregado do atendimento deve lavrar sua autenticidade no próprio documento, mediante confronto da assinatura com aquela constante do documento de identidade, ou, ainda, estando os interessados presentes, mediante assinatura destes no documento diante do servidor. (Lei Federal nº 13.726, de 8 de outubro de 2018).

 

Todos os documentos devem ser apresentados em cópia autenticada ou acompanhados do original, com exceção do comprovante de inscrição no CNPJ e da solicitação, que devem ser apresentados em original.

 

Utilizamos cookies essenciais e tecnológicos semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.